Autor: Ergon Cugler, pesquisador do Getip
Publicado no Jornal da USP em 20/05/2025
O artigo “Como comunidades redpill e anti-woke capturam jovens para redes de ódio” (Jornal da USP) examina o processo de radicalização de jovens em fóruns digitais que misturam discursos anti-woke, ideias redpill e teorias conspiratórias. Analisando plataformas como YouTube e Telegram, o texto revela como esses grupos atraem homens jovens através de críticas ao feminismo, promessas de autoajuda masculina e retórica contra a “doutrinação woke”.
O estudo mostra que o discurso aparentemente político muitas vezes esconde misoginia, racismo e até apologia à violência, com casos reais de radicalização. A pesquisa alerta para os riscos desse fenômeno, que transforma frustrações individuais em ódio organizado, e questiona como combater essa dinâmica sem ferir liberdades.
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