Uberização e um novo estágio da exploração do trabalho

O artigo apresenta perspectivas analíticas sobre uberização que nomeia um processo de informalização do trabalho que ocorre junto com práticas voltadas à monopolização dos setores de atuação de empresas-aplicativos. O texto coloca em destaque o caso dos trabalhadores informais de delivery de alimentos, que vivem de um trabalho just in time uberizado com ausência de garantias e remuneração de trabalho. Desse modo, a uberização trata-se, de um lado, o controle sobre a distribuição do trabalho, mas por outro lado, vemos o grande números de trabalhadores informais sem nenhum direito associado ao seu trabalho. Outra questão imposta nesse texto, reflete no gerenciamento algorítmico do trabalho, que como o texto coloca, tem a possibilidade de traduzir caminhos e diferenças em dados administráveis que produzirão desigualdades e mecanismos de exploração do trabalho. Dentro desta analise, o modo de vida periférico ganha visibilidade à uberização, que hoje concerne o modo de vida da juventude negra na gestão algorítmica que opera sobre o bike boy, por exemplo.

Para ler o texto completo acesse: https://outraspalavras.net/trabalhoeprecariado/entregadores-rebelados-contra-o-despotismo-algoritmico/?fbclid=IwAR0Piy0j9q5kFYA3_RgvYG0hhKkc8Y_ZIM7nwODy8pzGauo2ozi9MQBh1Jw

Referência: ABÍLIO, Ludmila Costhek. Despotismo algorítmico, outra faceta da exploração. Outras Palavras, São Paulo, 03 de Set. de 2020. Disponível em: <https://outraspalavras.net/trabalhoeprecariado/entregadores-rebelados-contra-o-despotismo-algoritmico/?fbclid=IwAR0Piy0j9q5kFYA3_RgvYG0hhKkc8Y_ZIM7nwODy8pzGauo2ozi9MQBh1Jw>

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